Alta na compra de imóveis amplia debate sobre seguro residencial

06 de Março de 2026, 06:02

Quase metade dos brasileiros pretende comprar um imóvel nos próximos anos. É o que mostra pesquisa divulgada nesta semana pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que aponta que a intenção de compra já alcança cerca de 50% dos domicílios no país, o maior nível da série histórica. O cenário indica um novo ciclo de aquecimento do mercado imobiliário, com milhões de famílias planejando sair do aluguel ou investir na casa própria nos próximos dois anos.

Em meio a esse cenário, especialistas alertam para um ponto ainda pouco discutido: a baixa proteção das moradias no país. Atualmente, apenas cerca de 17% das casas e apartamentos possuem seguro residencial, e menos de 1% contam com cobertura específica para eventos como alagamentos, justamente em um momento em que enchentes e eventos climáticos extremos vêm gerando bilhões de reais em prejuízos.

Para Gustavo Andrade, diretor operacional e administrativo do Grupo VSX, o seguro residencial precisa ser encarado como parte do planejamento financeiro da família. “Quem assume um financiamento ou compromete grande parte da renda na compra de um imóvel não pode correr o risco de perder tudo diante de um incêndio, um curto-circuito ou uma enchente. O seguro funciona como um amortecedor financeiro”, afirma.

Além das coberturas básicas, como incêndio, queda de raio e explosão, o seguro residencial pode incluir proteção contra danos elétricos, roubo, vendaval, impacto de veículos, desmoronamento e responsabilidade civil familiar, inclusive para situações como infiltrações que atingem apartamentos vizinhos. Algumas apólices também oferecem assistência 24 horas com serviços de chaveiro, encanador e eletricista, além de cobertura para pagamento de aluguel temporário enquanto o imóvel passa por reparos.

Segundo o especialista, o custo costuma ser relativamente baixo quando comparado ao valor do patrimônio protegido. “Em muitos casos, o valor anual do seguro representa uma fração do que se paga por outros serviços, mas protege um bem que pode representar a maior conquista financeira da família”, destaca.

Com o mercado imobiliário em alta e o aumento da exposição a riscos climáticos e acidentes domésticos, o debate sobre proteção patrimonial ganha força. Para quem está concretizando o sonho da casa própria ou adquirindo imóvel para investimento, avaliar a contratação de um seguro residencial pode ser decisivo para transformar um projeto de vida em um patrimônio protegido.

Com atuação nacional no mercado de seguros e benefícios, o Grupo VSX acompanha de perto o crescimento da demanda por proteção patrimonial e tem observado aumento na procura por seguro residencial, especialmente entre famílias que estão adquirindo o primeiro imóvel ou financiando a casa própria.

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