Comprar um carro deixou de ser a única opção para quem precisa de um veículo para trabalhar com aplicativos. Com os custos de financiamento, manutenção, seguro, impostos e depreciação pesando no orçamento, a locação passou a ser considerada por profissionais que buscam ter um automóvel disponível para trabalhar sem assumir, necessariamente, os custos e as responsabilidades de um veículo próprio.
A escolha, no entanto, exige colocar na ponta do lápis todas as despesas envolvidas na operação. Entrada, juros, seguro, IPVA, licenciamento, manutenção, pneus e até os períodos em que o carro fica parado podem fazer diferença na conta final.
É justamente essa comparação que, segundo Marcel Lima, sócio da L.A Administração e Locação de Veículos, empresa pioneira no segmento em Sergipe, deve ser feita antes de o motorista decidir entre comprar ou alugar. “No financiamento, além da parcela, entram entrada, juros, seguro ou proteção, IPVA e licenciamento, manutenção, pneus, depreciação e o custo de ficar com o veículo parado quando houver algum problema. Na locação, o motorista deve comparar o valor semanal ou mensal com aquilo que efetivamente teria de desembolsar para manter um carro próprio”, explica Marcel.
Procura por locação cresce entre motoristas
A procura pela locação de veículos para uso em aplicativos também tem sido percebida pela L.A. Atualmente, a empresa registra uma média de 50 a 60 novos contratos de locação por mês.
Segundo Marcel, o movimento acompanha uma mudança na forma como parte dos profissionais avalia a utilização do automóvel para trabalhar. “Em vez de necessariamente assumir um financiamento e todos os custos relacionados à propriedade de um veículo, eles buscam a locação como uma alternativa para ter um carro disponível para trabalhar, com mais praticidade e previsibilidade operacional”, afirma.
