O cuidado com a mulher ganha espaço no RioMar Aracaju com a chegada da Roda de Experiências – Frente Dor Invisível, que acontece de 20 a 23 de agosto, na Arena RioMar, no Piso L2. Durante quatro dias, o público poderá participar de uma programação dedicada ao autocuidado, à saúde emocional, à autonomia e ao autoamor, além de refletir sobre dores físicas, emocionais e sociais que, muitas vezes, permanecem invisíveis no cotidiano feminino.
Tradicionalmente promovida pela Frente Dor Invisível, a Roda de Experiências ganha, nesta edição, um novo formato no RioMar Aracaju, reunindo atividades voltadas ao cuidado integral e ao fortalecimento feminino. A iniciativa também valoriza o empreendedorismo, com uma feirinha que reúne diversas expositoras e oferece ao público a oportunidade de conhecer produtos e iniciativas lideradas por mulheres.
Segundo a terapeuta, educadora em saúde preventiva e organizadora do evento, Marylane Carvalho, a proposta parte do autoamor como instrumento de transformação, prevenção e fortalecimento. “O amor é a cura para todos os males e o autoamor é a chave. Quando uma mulher se reconecta consigo, ela rompe ciclos de dor, silêncio e invisibilidade. A Roda no RioMar é um convite à presença, à escuta e à transformação. Um espaço onde a dor encontra voz, o corpo encontra cuidado e a mulher encontra pertencimento”, pontua Marylane.
Ao longo dos quatro dias, o público poderá desfrutar de um lounge terapêutico, participar de momentos de consultoria de imagem e beleza, além de oficinas e vivências relacionadas ao bem-estar físico, mental e emocional. Entre as experiências propostas estão atividades com alimentação natural, pintura em cerâmica e produção de velas terapêuticas, entre outras ações que estimulam a reconexão com o corpo, os sentidos e o sentir.
Cortejo celebra força, ancestralidade e liberdade
Um dos destaques da programação será o cortejo da banda Afro Maria Tambô, no sábado, 22 de agosto, às 14h30. A apresentação percorrerá os corredores do shopping, levando ao público uma celebração de força, ancestralidade e liberdade.
Para o momento, a organização convida os participantes a vestirem branco ou lilás, cores associadas à paz, à cura e à luta. A proposta é transformar o cortejo em uma manifestação coletiva pelo rompimento do silêncio em torno das dores femininas e pela valorização de espaços que promovam escuta, acolhimento e cuidado.
Aberta a mulheres, famílias, profissionais e ao público em geral, a programação pretende estimular uma reflexão sobre a saúde integral e a importância de estabelecer uma relação mais consciente e acolhedora consigo mesma.
