Saiba como escolher os óculos de grau

14 de Maio de 2020, 06:40

Quando se fala de óculos, devemos começar pela visita ao oftalmologista. No entanto, engana-se quem acha que deve sair da consulta somente com a definição do grau.

Caso os óculos sejam prescritos, discuta com o oftalmologista sobre a lente, a armação e por aí vai. Chegar à ótica sem uma boa noção do que você necessita aumenta o risco de insatisfação e desperdício de dinheiro. E tem mais uma regrinha: se o estabelecimento não contar com um técnico ótico no momento, vá embora.

Dicas para não errar na hora na compra:

 

Armação

Geralmente, a compra dos óculos começa com a escolha da armação. No entanto, não é apenas uma questão de combinar o acessório com traços do rosto. Por exemplo, um aro largo vem acompanhado de uma lente grande – aí, se ela é esférica ou se o índice de refração é baixo, aparecem deformações visuais e o efeito fundo de garrafa se intensifica. Por outro lado, um molde diminuto interfere na adaptação a óculos multifocais. Em lentes pequenas com essa característica, a mudança no foco ao direcionar o olhar para cima ou para baixo é brusca.

 

Lente

O mais importante é o índice de refração: ele quantifica o poder da matéria-prima da lente de mudar a direção dos raios de luz e, assim, acertar o foco. Quanto maior a taxa, menor a espessura necessária para dar nitidez à visão e, em geral, maior o preço.

Uma lente de alto índice é mais fina que outra de baixo índice receitada para o mesmo grau. Isso reduz o efeito fundo de garrafa e distorções que surgem ao ver um objeto pelas bordas dos óculos. Ocorre que essas vantagens são quase imperceptíveis em graus mínimos, porém ainda assim custosas. Também considere a resistência do material: o policarbonato é o que mais aguenta pancadas.

 

 

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